Olá Pessoal
Na nova cultura da Aprendizagem penso que tudo está em permanente
transformação e interação. Nesse sentido, devemos estar prontos a
aprender. Para nós educadores, isso se reflete na necessidade de
formação rigorosa e permanente. Freire dizia, numa frase famosa, que "o
mundo não é, o mundo está sendo". Que mundo é esse? Da miséria, fome,
violência, falta de: respeito, limites, ética, entre outros
.
Entretanto,
esse mesmo mundo aponta para a necessidade e o desafio de convertermos
informação em conhecimento, né?
Dessa forma, enquanto educadora
necessito trabalhar com meus alunos para que eles saibam dar sentido as
diversas informações veiculada pela mídia, no sentido de adquirirem a
capacidade de assimilação crítica dessas informações. Assim sendo novas
competências são imprescindíveis aos alunos:: aquisição de informação;
interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação. Essa
outra maneira de conceber o ensino propõe outras práticas educativas,
que
estejam baseadas na incerteza (Morin), curiosidade, no bom senso, saber
escutar, na liberdade a autoridade, na disponibilidade para o diálogo e
sobretudo confiar que a mudança é possível . Para não concluir, convoco
o célebre educador; Paulo Freire: “Nunca fui ingênuo apreciador da
tecnologia: não a divinizo, de um lado, nem a diabolizo, de outro. Por
isso mesmo sempre estive em paz para lidar com ela. Não tenho dúvida
nenhuma do enorme potencial de estímulos e desafios à curiosidade que a
tecnologia põe a serviço das crianças e adolescentes das classes sociais
chamadas desfavorecidas”. @br@ços, Sônia


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